Abundância, amor, beleza, bondade, inteireza, justiça, poder, verdade e self. São esses os nove arquétipos que, de acordo com Amit Goswami, podemos intuir em busca do nosso propósito de vida, nosso dharma. Muitos pensadores já falaram e escreveram sobre os arquétipos, entre eles Carl Gustav Jung, Caroline Myss, e Jolande Jacobi. Na visão de mundo quântica, a fonte desse conhecimento remonta a Platão, como explica o ativista quântico Adriano Fromer no vídeo acima.

Pode ser que você já esteja explorando um desses arquétipos em sua profissão, e a melhor forma de verificar isso é se perguntar se você está satisfeito com o que faz. Se não estiver, é preciso ir mais a fundo e entender se a falta que sente tem a ver com o fato de não conseguir colocar em prática o que te motivou a escolher esse caminho  como, por exemplo, um advogado que se percebe desconectado do que é justo, ou se, na verdade, não há nada que te inspire no seu campo de atuação.

Nossa transformação deve caminhar em direção ao que Amit chama de “congruência”, ou seja, uma coerência entre a maneira como vivemos, nos relacionamos e ganhamos a vida. Se você é um médico ou terapeuta (arquétipo da inteireza), mas sente que as ferramentas que usa já não são capazes de curar, é possível que você sinta uma insatisfação por estar distante do seu propósito.

O propósito nada mais é do que uma vida com significado. Afinal, o que nos diferencia das máquinas é justamente essa capacidade de dar ao mundo, interior e exterior, um significado. É muito comum, no entanto, que a gente passe uma vida reproduzindo condicionamentos e processando informações, uma vida no “modo máquina”. Boa parte das nossas instituições sociais (família, escola, trabalho, etc.) molda indivíduos assim. E é por isso que uma nova visão de mundo se faz urgente.

No paradigma quântico, a busca de significado é peça-chave para uma vida mais feliz, e os arquétipos têm o poder de nos guiar nessa empreitada.

Os arquétipos são qualidades absolutas que independem de tempo ou cultura, são ideias que têm sido a base para o desenvolvimento da nossa civilização. A nossa evolução como indivíduo e como espécie depende da exploração dessas ideias. Por isso, a compreensão deles deve ser estender à consciência única, que nos une a tudo e a todos. Dessa forma, entendemos que o poder é para empoderar a nós e aos outros, a abundância não se trata de acúmulo de riquezas materiais, e por assim vai.

Mas como eu descubro o meu arquétipo? Através da intuição. Por isso muitas pessoas já exploram um determinado arquétipo sem saber que o conceito existe. Também é possível percebê-lo nas ações de uma criança, nos interesses que ela tem, antes que sua forma de agir se torne condicionada. Por isso, Amit recomenda voltarmos à nossa infância para encontrar algumas pistas.

A ideia de arquétipo é trazida pelo Amit com a intenção de nos inspirar, de nos motivar a ouvir cada vez mais as nossas intuições, a alimentar o nosso campo sutil, como diziam os místicos.

Você pode explorar um arquétipo – que tal começar pelo amor? – e depois migrar para outro, naturalmente. Esse conhecimento é para nos orientar, não precisamos ter qualquer tipo de ansiedade em relação a descoberta de um ou outro arquétipo. Até porque, não existe arquétipo certo ou errado, e tão pouco há contraindicação para o uso dessas qualidades em nossas vidas.

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