Em célebre carta destinada à filha Lieserl, Albert Einstein faz uma revelação que, assim como sua teoria da relatividade, poucos seriam capazes de entender.

“Há uma força extremamente poderosa para a qual a ciência até agora não
encontrou uma explicação formal. É uma força que inclui e governa todas as outras, existindo por trás de qualquer fenômeno que opere no universo e que ainda não foi identificada por nós. Esta força universal é o AMOR.”, escreve.

Para Einstein, a teoria unificada do Universo estaria fadada ao fracasso se não incluísse em sua equação a força do amor: “Se em vez de E = mc², aceitarmos que a energia para curar o mundo pode ser obtida por meio do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado (energia de cura = amor x velocidade da luz ²), chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limites.

Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do
universo, que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia. Se quisermos que a nossa espécie sobreviva, se quisermos encontrar sentido na vida, se quisermos salvar o mundo e todos os seres sensíveis que nele habitam, o amor é a única e a resposta última”, conclui.

Leia a carta completa de Einstein aqui.

Décadas depois da redação dessa carta, a física quântica e cientistas, como o indiano Amit Goswami, foram buscar a explicação formal a que Einstein se referia. Hoje, uma teoria que unifica ciência e amor foi desenvolvida, por meio dos princípios quânticos – não à toa a ciência quântica é também conhecida como the science of love (a ciência do amor).

E o que, afinal, ela tem a dizer sobre o amor e os relacionamentos?

Neste vídeo, Goswami explica como a física quântica responde a questões sobre o amor.

Entre as descobertas no campo científico, está a existência de um pequeno cérebro no coração, que contribui para a capacidade do sistema imunológico não apenas de conhecer, como memorizar. Einstein estava certo quando intuiu que o amor é a maior força motriz para a cura da humanidade, precisamos apenas vencer nossos preconceitos e entender que o amor não é irracional, é não racional, e é urgente para a própria sobrevivência da nossa espécie que criemos espaço para coisas não racionais, nos abrindo para o amor.

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